Caesar Quirino |
Autor de artigos, contos, crônicas, poesias, reflexões, resenhas etc. Representante Artístico e Consultor de Marketing Cultural na empresa Patrus Cultural. |
Pablo, nosso amigo, pegou o vôo de manhã cedo para poder assistir a cerimônia de despedida de seu pai, que foi sepultado hoje à tarde em Buenos Aires. Todos nós lamentamos muito a sua perda.
A morte é algo que sempre nos faz refletir. Entretanto, é quando ela chega para os nossos que realmente sentimos o seu peso e nos damos conta do quanto o amor e as amizades sinceras são o que verdadeiramente importa nessa vida. Sem eles não somos nada e, com eles, tudo o mais se complementa e faz sentido. Portanto, são a nossa maior riqueza nesse mundo.
A verdadeira riqueza não é a medida do que um homem possui, mas do que ele é. E o que um homem é, é a soma de sua personalidade, de seus aprendizados, de seus valores morais e de como ele usa suas habilidades e inteligência em favor de sua família e da comunidade na qual vive.
Logo, em momentos como esse, onde a morte chega rápida e fugaz, somos convidados à repensar a nossa própria vida e o que temos feito dela até então. Se temos dado a devida importância às pessoas à nossa volta e que fazem parte do nosso mundo como os nossos pais, familiares e amigos. Se estamos expressando amor em nossas palavras, gestos e atitudes(?).
A morte sempre nos traz uma mensagem: amar e perdoar as pessoas, e procurar dar a elas, enquanto vivas, o nosso melhor, sempre!
Creio que não estamos aqui por acaso. Somos todos parte de um grande propósito divino que um dia nos será revelado. Quiçá!
A morte não é o fim da vida.
A vida continua!
Continuará ad infinitum…
Adios señor Noniño!
Ahora eres una estrella al titilar en el cielo…

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(Fonte: caesarquirino.wordpress.com)